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1.0 - IDENTIFICAÇÃO 1.1 - INSTITUIÇÃO


SEDE NACIONAL
Nome: DESAFIO JOVEM EBENÉZER
Endereço: Rodovia D.Pedro I, km 10
Bairro: Parateí
Cidade: Jacareí-SP.
CEP 12332-000
Fone
: (12) 3956-3506 / (12) 78987420
E-mail: diretorpresidente@dje.org.br                CNPJ 50.456.870/0001-48


1.1.1 - UNIDADES FILIAIS


RIO DE JANEIRO - UNIDADE FILIAL DE SEROPÉDICA - BASE CAMPO LINDO:  

CNPJ 50.456.870/0003-00 - Rua Antenor dos Santos, 21 Campo Lindo – Seropédica – RJ – CEP 23.890-000 – CX POSTAL: 74.576.  – FONE: 21 3787 2964 – 21 8197 5639 – 21 7842 8081 – 21 7811 3617 – ID 139*7728 – E-mail: seropedica39@dje.org.br


BASE FAZENDA MONTE SINAI :

SITUADA NA SEDE DA OSCIP CNPJ 08.872.893/0001-77: CNPJ  50.456.870/0003-00   Rua Estrada da Assembléia de Deus, 23 – Sá Freire  - CEP 23.890-000 -  FONE: 21 7817 6516 – 21 8197 5639 – E-mail: seropedica50@dje.org.br


Endereço para correspondência:

CNPJ 50.456.870/0003-00 - Rua Antenor dos Santos, 21 Campo Lindo – Seropédica – RJ – CEP 23.890-000 – CX POSTAL: 74.576.  – FONE: 21 3787 2964 – 21 8197 5639 – 21 7842 8081 – 21 7811 3617 – ID 139*7728 – E-mail: seropedica39@dje.org.br.


SÃO PAULO -  UNIDADE FILIAL DE JACAREÍ – SP :

Rodovia D. Pedro I – KM 10 – Parateí – Jacareí – SP – CEP 12.332-000 – Caixa Postal 164 – FONE: 12 3956 3506 – 12  8174  0126 – 12 8170 4653 – RÁDIO 139*7735 -  139*7731 – e-mail: jacarei@dje.org.br.


UNIDADE FILIAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP :

CNPJ 50.456.870/0004-90: Estrada do Cajuru 1.150 -,Serrote –São         José dos Campos -SP  CX POSTAL473 – CEP 12.245-970 – FONE (0XX12) 3902 0263 – 12 8174 0126 – 12 8129 0472 – RÁDIO 139*7735 – 139*7730 – e-mau: cajuru@dje.org.br
 
UNIDADE FILIAL DE PORTO FELIZ – SP:  

CNPJ 50.456.870/0008-14 – Estrada Capivari/Rafaard, 12 – Bairro Tanquinho – Porto Feliz – SP  - CEP 18.540-000  - FONE 15 9798 1339 – 15  8146 3002 – 12 8174 0126 – RÁDIO  139* 7729 - E-mai: portofeliz@dje.org.br – Caixa Postal 201.

ESTADO DO GOIÁS – UNIDADE FILIAL DE  SÃO LUIS DE MONTES BELOS:

CNPJ 50.456.870/0006-52 -  Endereço: ROD GO 164 KM 74 – S/N – CEP 76.100-000 – FO NE 64 9623 9217 -  12 8174 0126 – E-mail: saoluis@dje.org.br

ESTADO MATO GROSSO - UNIDADE FILIAL DE JUINA:

CNPJ 50.456.870/0005-71 – Endereço: Rodovia AR 01 – LOTE 01 – SEÇAO A-02 – CEP 78.320-000 – Fone 66 3566 2698 – 66 9608 9224 – 66 8128 1361 – 12 8174 0126m- e-mail: juinamt@dje.org.br


ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - Unidade Filial de São Gonçalo do Amarante- BASE  - I :

CNPJ 50,456.870/0009-03 – Sitio Tapara – S/N – CEP 59.290-000 – Fone: 84 9916 4085 – e-mail: saogoncalorn@dje.org.br


BASE II  

 Rua  primeira de cima – 129 maçaranduba de baixo,  município de são Gonçalo do Amarante – CEP 59.290-000 – Fone 84 9916 4085


MINAS GERAIS - UNIDADE FILIAL DE BETIM:

CNPJ 50.456.870/0010-39 -  Endereço: Alameda Varjão,  40 – Betim – MG – Fone: 31 91297869 – 12 81740126 – CEP 32 657 – 500 – E-mail: betim@dje.org.br

 

1.2 - RESPONSÁVEL LEGAL


Nome: Aldemi Gomes de Paiva
E-mail: diretorpresidente@dje.org.br
RG: 28280147-1 SSP-RJ
CPF: 832.726.907-00
Psicólogo Clínico
CRP: 5/37379


1.3 - RESPONSÁVEL TÉCNICO


Aldemi Gomes de Paiva
Psicólogo Clínico
CRP 5/37379
E-mail: diretorpresidente@dje.org.br


 


1.3.1 - TÉCNICOS ATUANTES


Nome: Aldemi Gomes de Paiva –  Psicólogo Clinico : CRP: 05/37379
Nome: Auri Mendes Junior  – Psicólogo Clinico  : CRP 05/40633
Nome: Genúzia Ferreira de Souza – Assistente SocialDiplomada em 24/08/2010
Nome: Adriana dos Santos Conceição Machado : CRESS 7ª Região 19010-RJ
Nome: Francisco Tadeu Sbano  - OAB – 63912 – RJ : Advogado
Nome: Olga Regina da Silva Paiva – CRC 077395/00 : Contadora
Nome: Juliana Porciuncula   CPF  955.889.060-04 - Profissão:   Psicóloga
Nome: Eleuda Cãmara De Oliveira Ataliba Da Silva  CPF: 025.805.464-64 PROFISSAO : PICICOLOGA
Nome: LUCIANA DE FARIAS PEREIRA  CPF: 012.332.954-03  PROFISSÃO : ASSISTENTE SOCIIAL
Nome: Maria de Fátima Pessoa Pinheiro CPF: 704.335.931-72  PROFISSÃO: Psicóloga
Nome: Débora Karlelly Silvano CPF: 648.888.351-87    PROFISSÃO: Assistente social
Nome: Davi Cezar de Souza Alcântara CPF: 798.957.351-20 - PROFISSÃO: Pedagogo
Nome: Marta Souza de Oliveira Marques  - CPF : 134.313.538-94 PROFISSÃO: Assistente Social
Nome: Rita de Melo Fragoso  - CPF: 499.334.004-44 PROFISSÃO: PSICÓLOGA


2.0 - QUEM SOMOS E O QUE FAZEMOS?


A Instituição DESAFIO JOVEM EBENÉZER é uma Associação Civil de Direito Privado que presta serviços de utilidade pública há vinte e nove anos, tendo por princípio norteador o cristianismo, destinada a prestar atendimento biopsicossocial, assistência jurídica complementar e capacitação profissional a pessoas do sexo masculino, maiores de 18 anos, dependentes de álcool e outras drogas, sem distinção de raça, de cor, de condição econômica, de referência política e religiosa, proporcionando-lhes acolhimento, alimentação, proteção, tratamento e reabilitação.
            As ações têm como objetivo reintegrá-los ao contexto sócio-familiar, em melhores condições de saúde e preparo emocional. O princípio pedagógico do DJE não se limita em ensinar o recuperando, mas capacitá-lo através do aprender-fazendo, tendo como proposta a (re) inserção sócio-familiar pela via de empregabilidade e geração de renda.
            Priorizam-se no processo de atendimento, as habilidades individuais do interno, com abrangência nas diversas áreas de atendimento, como: estadia em tempo integral, reflexão espiritual, terapia ocupacional, orientações sócio-educativas, arte, esporte, cultura, lazer e profissionalização.
            A metodologia utilizada no tratamento está focada em alternar de maneira flexível os processos de direcionar, orientar e acompanhar as necessidades do interno, por meio de alternativas que estejam contextualmente de acordo com a realidade da Instituição, visando favorecer o bem estar do assistido, num processo contínuo e crescente, em parceria com empresas, órgãos públicos, sociedade civil organizada e cooperação da comunidade local.
            Todo o trabalho é desenvolvido respeitando a necessidade, aptidão e o tempo de cada pessoa, utilizando-se de forma holística, diversas ferramentas terapêuticas disponibilizadas pela equipe técnica. Assim, estamos constantemente empenhados em criar um clima de tratamento, enriquecido pela interação do grupo, no qual o recuperando possa descobrir outro caminho a percorrer e optar por um novo estilo de vida, por meio de três princípios norteadores: escuta com empatia, entendimento e exploração das motivações do interno, buscando fortalecê-lo pelo estímulo da esperança, otimismo e fé.
É certo que a necessidade de implementação de políticas públicas de prevenção e combate à dependência química faz-se necessária e urgente, já que o uso abusivo de drogas lícitas e ilícitas está diretamente relacionado à maioria absoluta dos crimes, quer sejam de maior ou menor potencial ofensivo como: homicídios, furtos, assaltos, estupros, seqüestros e outros, além de contribuir significativamente com o alto índice de acidentes com vítimas fatais no trânsito.
Esses são alguns dos motivos pelos quais, O DESAFIO JOVEM EBENÉZER - como parte da Sociedade Civil Organizada, comprometido com o enfrentamento dessas questões sociais, dispõe-se a auxiliar o Estado na resolução dessa problemática social, desenvolvendo um trabalho de apoio e atendimento integral a usuários de álcool e outras drogas, visando minimizar os danos causados por esse mal. Objetivando, sobretudo, a reintegração socio-familiar e profissional da população assistida.

2.1 - A IMPORTÂNCIA DA FÉ ?


O conceito clássico de "saúde" da OMS foi modificado, desde a Assembléia Mundial de Saúde em 1983, com a inclusão da dimensão “espiritual” de saúde, para “um estado dinâmico de completo bem-estar físico, mental, espiritual e social e não meramente a ausência de doença".           

Nesta definição se legitima o aspecto espiritual como essencial para a manutenção da saúde e a inclusão da atenção à saúde espiritual do recuperando, tornando-se elemento indispensável no tratamento da dependência química, funcionando como base de orientação e apoio para a superação da abstinência. Sendo que, muitas vezes, os dependentes não fazem nenhum tipo específico de tratamento medicamentoso, apenas a religião e/ou a fé em Deus garantem a recuperação.

2.2 - QUEM PODE SE INTERNAR ?


Pessoas do sexo masculino, maiores de 18 anos e menores de 60 (tempo mínimo de internação de cinco meses), em situação de risco, causado pelo uso abusivo de alcool e outras drogas. Oriundos da população em geral, ou seja, sem discriminação por origem, raça, cor, condição social, credo político ou religioso; residentes no município, região ou estado; encaminhados por instituições públicas, religiosas ou particulares, bem como por iniciativa própria, sendo primordial a adesão do interessado. (Todos os pacientes têm o direito de interromper o tratamento no momento que desejaram, exceto se estiverem em risco de vida (intoxicado ou ameaçando suicídio) ou colocando em risco vida de outros.

2.3 - ATIVIDADES REALIZADAS


- Oficinas de relacionamento: aprender a aprender, aprender a fazer aprender a conviver e aprender a SER - livre de novo, norteados por valores sociais, cidadãos e cristãos;
- Atendimento técnico profissional;
- Momento da escuta;
- Oficinas lúdicas;
- Musicoterapia;
- Arte-terapia;
- Hora da leitura;
- Oficina de orientação religiosa;
- Tardes musicais aos domingos com visitas de familiares;
- Videoterapia;
- Palestras educativas e;

- Oficinas profissionalizantes.


2.4 - PARCERIA


- Instituições públicas e privadas;    
- Sociedade civil organizada;
- Profissionais liberais;
- Organizações religiosas e;
- Voluntariado.

2.5 - INSTALAÇÕES E CAPACIDADE

Hoje o Centro Terapêutico Desafio Jovem Ebenezer conta com unidades de atendimento em 5 unidades da federação, sendo assim discriminadas:

  • • Mato Grosso: Município de Juína – 30 internos;

  • • Goiás: Município de São Luis de Montes Belos – 80 internos;

  • • São Paulo: Município de Jacareí – 94 internos;

  • • São Paulo: Mun. São José dos Campos – 60 internos;

  • • São Paulo: Município de Porto Feliz – 80 internos

  • • Rio de Janeiro: Município de Seropédica- Duas Unidades – Base I e Base II: 240 internos

  • • Rio Grande do Norte: Mun. São Gonçalo do Amarante – capacidade 60 internos (Base I e Base II)

  • • Minas Gerais – Unidade de Betim: capacidade 30 internos

  • • Centro de Atenção e Apoio a Família na Abolicão – Centro de São Paulo – SP - no prédio do Resgate do Sindicato dos Rodoviários.


2.6 - DOS DIREITOS DO INTERNO

Todo paciente recebido no Desafio Jovem Ebenezer para tratamento, durante o tempo em que permanece sob internação tem seus diretos assegurados, conforme resolução da ANVISA 29 de 30 de Junho de 2011.:

O cuidado com o bem estar físico e psíquico da pessoa, proporcionando um ambiente livre de SPA e violência;
- A observância do direito à cidadania do residente;                                                                                  

- A alimentação nutritiva, cuidados de higiene e alojamentos adequadros;

- A Proibição de castigos físicos, psíquicos ou morais; e;

- A manutenção de tratamento de saúde do residente;

.

2.7 - DO PROCESSO DE INTERNAÇÃO NO DJE

As solicitações iniciam-se normalmente através de contatos telefônicos com pedidos de ajuda, feitos pelo próprio usuário, familiares, amigos, líderes comunitário-religiosos, poder público e outros. Depois de confirmado a viabilidade do atendimento, inicia-se os primeiros contatos diretos por meio da realização de entrevista, que é feita pelos técnicos em psicologia, serviço social, educador social cristão e capelania.
Após a acolhida, o interno recebe informações dos profissionais quanto à rotina organizacional, normas e procedimento do tratamento, boa convivência na Casa, em relação à sociedade, à família, AVD (Atividade de Vida Diária) e ainda a apresentação de métodos, técnicas e embasamento teórico dos procedimentos.

2.8 - DO REGULAMENTO INTERNO

Ao admitir um residente, a instituição expõe documentalmente ao mesmo e a seus familiares as normas de funcionamento, regime de internação e proposta de tratamento, já com uma previsão do tempo de permanência do recuperando no programa. Toda a rotina atendimento, individual e/ou grupal, programas educacionais, atividades opcionais e obrigatórias, os critérios de alta, de visitação e acompanhamento, são entregues cópias do regulamento ao paciente ou seu responsável legal devendo esses assinar o termo de concordância.

3.0 - PROFISSIONALIZAÇÃO DA PESSOA EM PROCESSO DE TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

O DESAFIO JOVEM EBENÉZER, ao atuar diretamente com a problemática da dependência química, não se limita ao campo do tratamento e da reabilitação, preocupa-se também com os aspectos da inclusão sócio-familiar e garantia de direitos, por meio de políticas e ações concretas de transformação da realidade, buscando a promoção de programas de qualificação profissional, pela soma de esforços com os demais atores sociais, parceiros da concepção holística de tratamento, buscando complementar as ações de reinserção cidadã pelo viés da profissionalização.
Há fortes indicativos que após a interrupção do processo de uso contínuo de álcool e outras drogas, do resgate da saúde, da capacidade emocional, do restabelecimento de valores morais, éticos e sociais, a etapa seguinte é primordial: a qualificação profissional, constituindo-se em ação prioritária do ciclo – processo de recuperação e inclusão, que permita resgatar e/ou despertar as potencialidades do indivíduo para uma eficaz reinserção sócio-familiar e profissional, com possibilidades de empregabilidade e geração de renda. A recolocação no mercado de trabalho é um grande desafio para o ex-usuário de alcool e outras drogas. Obter um emprego, gerar renda e participar dos proventos da família é essencial para o fortalecimento de sua auto-estima e conseqüente reinserção social plena.
            As ações do DJE vislumbram a inclusão social dos partícipes no mercado de trabalho - que exige profissionais cada vez mais preparados e conscientes de sua atuação. O modelo de empregabilidade ora exigido busca elementos essenciais como: competência técnica profissional, adequação às normas e regras institucionais e principalmente a fixação do profissional que fomente o crescimento, o desenvolvimento e a melhoria da capacidade produtiva.
            O desenvolvimento de competências e habilidades torna-se uma premissa para o ingresso de novos profissionais em um mercado que é cada vez mais competitivo e seletivo.
            A capacitação torna-se um recurso estratégico não só de recuperação eficaz, mas de efetiva (re) inserção através do trabalho, a fim de que o conjunto de serviços que a pessoa realize individualmente ou no coletivo possa agregar valores aos produtos e contribuir para ser um diferencial positivo junto às organizações.
            Ao defender qualificação profissional em sintonia com o processo de recuperação e reabilitação, é importante ressaltar o contexto psicossocial que se engendra em torno dos dependentes químicos. O fato é que os efeitos são danosos, tornam instáveis as estruturas familiares, sociais, humanas e culturais da sociedade como um todo, constituindo assim, considerável prejuízo ao presente e ao futuro em todas as dimensões.
            Pessoas que fazem uso abusivo de alcool e outras drogas sofrem e provocam alteração de comportamento, são geralmente autodestrutivas em suas principais dimensões – biológica, familiar, psíquica, emocional, social e funcional. “Corroem” assim os valores que pautam a conduta individual e coletiva dos indivíduos.
            Ao interromper seus projetos, o dependente químico passa a fazer parte de um processo de descontinuidade das fases convencionais da vida: educação formal, capacitação profissional, acessar as tecnologias, empregabilidade e geração de renda. Os efeitos sociais são cumulativos.
            Neste sentido, existe a necessidade da convergência de esforços em torno de um planejamento ordenado, para a implementação de uma rede de proteção composta por ações capazes de abranger um espectro de recuperação que possibilite congregar inclusão social pelo trabalho, segurança, qualidade de vida e estabilidade sócio-familiar.


4.0 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

Busca-se nas ações desenvolvidas pelo DJE, gerar oportunidades de repensar dentro e fora do ambiente organizacional, à complexidade do uso abusivo do álcool e outras drogas, numa atitude desprovida de preconceitos, distorções e medos, que costumam permear este tema. Como Instituição que busca contribuir para o combate à dependência química, tendo como matéria prima a mudança de postura do comportamento humano em nossa clientela (antes, durante e depois do tratamento), apoiados numa abordagem terapêutica biopsicossocioespiritual.


Cientes dos limites Institucionais do DJE, para que não haja ilusão ou mitos de uma técnica onipotente e milagrosa, capaz de resolver tudo e, por acreditar que a dependência química é uma resultante de vários fenômenos, particularmente dos biológicos, psicológicos, emocionais, familiares, sociais e espirituais, o Desafio Jovem Ebenézer, busca viabilizar uma estrutura que simbolicamente represente uma micro-sociedade, onde cada paciente possa viver seus papéis peculiares, sob a égide, da delimitação dos direitos e dos deveres. Oferecendo a esses um ambiente físico favorável à execução de atividades sociais, culturais, profissionalizantes, esportivas e comunitárias. A essas ações chamamos de sócio-terapias, que nada mais é que uma forma psicoterápica de abordagem do reconhecimento dos papéis do “EU e do OUTRO.

A prática desse princípio possibilita o despertar da responsabilidade individual e grupal, e objetiva estimular a participação de todos nas atividades propostas, como meio de afastar o paciente do processo de alienação da realidade pessoal que o permeia. 

A utilização desse método de tratamento se dá por meio de um plano institucional hierárquico, horizontalizado entre equipe técnica e população de internos. Possibilitando dessa forma, a cada partícipe do grupo, identificar seu papel pessoal e social, de forma vivenciada, discutindo as suas contradições em um campo seguro e democrático. Utilizando-se para isso os recursos biológicos, sociais e psicológicos individuais e comunitários, em favor do próprio crescimento e engajamento à realidade pessoal de cada paciente.        

  
É preciso deixar claro que é de grande relevância o estudo das resultantes do consumo de alcool e outras drogas enquanto mecanismo de ação no organismo humano, sendo impossível tentar definir o uso/efeito de forma homogênea. A maneira de reagir e viver - experiência de cada usuário é altamente diferenciada. As formas de reação à ingestão, bem como as respostas ao tratamento vão depender basicamente da interpretação biopsicoemocional que se dá internamente em cada organismo.  A situação social do indivíduo também deve ser avaliada, na medida em que, grandes partes dos usuários de drogas isolam-se, passando a viver sozinhos, e até mesmo em situação de indigência.  

   
Outro ponto a ser ressaltado, a despeito da evidência clara de consequências manifestadamente nocivas, ao usuário, à família e à sociedade é a insegurança pública, que remete cotidianamente a inegável associação entre toxicomania e violência, até porque o aumento do consumo de drogas está diretamente e proporcionalmente vinculado à elevação dos índices de criminalidade, o que por sua vez contribui para a intensificação do sentimento de insegurança social. Esse quadro, definitivamente necessita ser revertido, pois já ultrapassou os limites do tolerável. Nesse sentido, o Desafio Jovem Ebenezer, está pronto para fazer sua parte.


>> LOCALIZAÇÃO

Tem sua SEDE em Jacareí (SP), na Rodovia Dom Pedro I, Km 10 e Unidades Filiais em: Jacareí (SP), São José dos Campos (SP), Seropédica (RJ), São Luís de Montes Belos (GO), Porto Feliz – SP, Juina – MT, São Gonçalo do Amarante (Duas Unidades), Betim – MG e um Centro de Atendimento a Família do residente na abolição centro de São Paulo-SP Unidades essas que são administradas localmente por Coordenadores, tendo cada uma, por chefe, um Coordenador-Geral.

A Sede é organizada sob a forma de um escritório central, onde funcionam a Diretoria e demais órgãos sociais, com funções de deliberação, supervisão, coordenação, controle e centralização de informações, registros e documentos, além de exercer a administração superior desta associação, ficando as Unidades Filiais com a atribuição de executar, em cada localidade, os serviços, assessoramento e atividades propriamente assistenciais, segundo as deliberações e a filosofia de trabalho implementado pelo Diretor Presidente.

 

>> ORGANIZAÇÃO

Cada Unidade Filial relaciona-se, através de seus Coordenadores e observadas às deliberações e orientações da Diretoria na pessoa do Diretor Presidente, com o respectivo Conselho Municipal (ou, em não o havendo, o Estadual) de Assistência Social de sua localidade e demais órgãos públicos locais, para fins de registros, pedidos de verbas, prestações de contas, orientações e fiscalização/monitoramento “in loco”, competindo à Diretoria, na pessoa do Diretor Presidente, na Sede, relacionar-se com os Conselhos Nacional e Estaduais de Assistência Social e órgãos/autoridades vinculados, não obstante possa, em caráter superior, também se relacionar com os Conselhos Municipais de Assistência Social e órgãos/autoridades vinculados e demais órgãos públicos.

 

>> PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

Prestamos a Proteção Social ao residente, prestamos serviço de apoio e orientação aos familiares dos residentes, através de palestras, projeções de filmes especializados, publicações, formação de grupos de apoio mútuo para troca de experiências e dinâmicas em grupo, além de fornecer orientações gerais sobre os efeitos da exclusão sócio familiar, sejam  por abusos de drogas ou outros tipos de exclusão social como formas de prevenção, segundo orientações contidas em estudos e guias especializados.


Nossos serviços são prestados, boa parte dele, exclusivamente por seus próprios associados e por voluntários (nos termos do Estatuto e Lei nº 9.608/98 de fevereiro de 1999), eximindo-se o máximo de contratação de empregados, visando, com isso, que seus recursos sejam direcionados, ao máximo, para a realização de sua atividade-fim.


Por não sermos uma instituição de saúde, mas sim, de assistência social, não prestamos serviços médicos nem terapia medicamentosa, encaminhamos todos os residentes que apresentem necessidade especifica na área médica, à unidade de pronto atendimento da rede pública de saúde local, para o adequado atendimento, transportando-os em veículos da própria instituição.

 

>> NOSSA PROPOSTA

Dinâmica de grupo, para troca de experiências, apoio mútuo e autoconhecimento: o residente é submetido a reuniões de dinâmica em grupo com outros residentes.

- Palestras e entrevistas individuais Assistente Social, psicólogos e outros técnicos especializados no assunto, que contribuem voluntariamente neste projeto.
- O período mínimo solicitado pela instituição é de cinco meses e o máximo vai depender das avaliações periódicas e a final no último mês proposto.
- Vivemos de doações, ajude-nos a ajudar melhor, nossa meta é cada vez atender mais pessoas com uma qualidade melhor, você pode estar salvando uma vida!
- Funcionamos desde 1981, venha nos conhecer em uma de nossas onze unidades. Para maiores informações entre na seção "Fale Conosco", neste mesmo site.


>> HISTÓRICO DJE


1981 – No dia 10 de dezembro, o Desafio Jovem Ebenézer foi fundado na cidade de Santa Branca, São Paulo.
1986 – A Entidade foi transferida para Jacareí, onde permanece até a presente data.
1986 – Abertura de uma Unidade feminina na cidade de Guarulhos.
1987 – Primeira alteração estatutária.
1988 – Em 09 de fevereiro a sede da Entidade passou a ser reconhecida como de utilidade pública através da lei 2416/87.
1990 – Em 11 de fevereiro foi inaugurada a primeira filial masculina no Município de Itaguaí/RJ (Hoje esta Unidade se encontra no Município de Seropédica/RJ).
1991 – Participação na fundação de outras Entidades de mesma natureza, através do envio de monitores para a estruturação delas, as quais estão em pleno funcionamento.
1993 - Em 22 de maio a Unidade feminina de Guarulhos foi desligada do DJE de Jacareí.
1996 - Em 23 de janeiro foram fundadas mais duas filiais, uma na cidade de Cosmópolis e outra na cidade de São José dos Campos, ambas no estado de São Paulo. Neste mesmo ano, em 19 de dezembro, a filial de São José dos Campos também foi declarada de Utilidade Pública Municipal.
1998 - Fundação de mais uma filial em São Luis de Montes Belos – GO.
1999 - Reestruturação completa da entidade, efetivação da segunda alteração estatutária e, pela Lei Estadual n° 10.266 de 26 de março de 1999, foi esta instituição honrosamente agraciada com a Declaração de Utilidade Pública Estadual.
2001 - Abertura da filial de Hortolândia – SP, voltada para o segmento feminino. Em setembro foi essa entidade declarada de Utilidade Pública Federal, e em novembro foi registrada no Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS. No mesmo mês recebeu o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social.
2005  - A filial feminina de Hortolândia é desativada;
2006  - Falecimento do Diretor Presidente Sr. José Conceição Barreiros, tendo como seu substituto o Sr. Aldemi Gomes de Paiva;
2006 – Foi Fundada mais uma Unidade em Seropédica – RJ
2008 - Inaugurada a filial de Porto Feliz-SP;
2009 - Em 20 de setembro é inaugurada a filial de Juina –MT;
2010 – Abertura de Um Núcleo em Goiânia; 
2010 – Abertura de duas Unidades Filiais em São Gonçalo do Amarante – RN;
2010 – Foi desativada a Unidade Filial de Cosmópolis - SP
2011 – Abertura de um Centro de Atenção a Família na Cidade de São Paulo;
2011 – Abertura da Unidade Filial de Betim - MG

 

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